segunda-feira, fevereiro 28, 2005

CML alarga apoio aos sem-abrigo de Lisboa

Na sequência da baixa de temperatura prevista para a noite de hoje a Câmara Municipal de Lisboa, tendo em consideração o apoio à população sem-abrigo da cidade, decidiu alargar o período de actuação das equipas de rua e aumentar o número de vagas nos centros de acolhimento municipais.

Assim, as equipas de rua previstas para a noite de hoje, de nove instituições parceiras da autarquia no Plano Lx – Plano Municipal de Prevenção e Inclusão de Toxicodependentes e Sem-Abrigo, estarão mais tempo na rua motivando os sem-abrigo da cidade a recorrerem aos centros de acolhimento municipais para aí pernoitarem. Por outro lado a autarquia disponibiliza já hoje, nesses centros, mais oitenta vagas.

Caso as condições atmosféricas dos próximos dias piorem a Câmara Municipal de Lisboa, à semelhança do que fez em ocasiões idênticas, equaciona a possibilidade de montar temporariamente um centro de apoio a esta população.

Abertura da Quinta Pedagógica dos Olivais

O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Professor Carmona Rodrigues vai assinalar amanhã, dia 1 de Março, às 10h00, a reabertura da Quinta Pedagógica dos Olivais. Igualmente presente estará a Vereadora da Educação e da Acção Social, Dr.ª Helena Lopes da Costa.

A Quinta Pedagógica abriu as suas portas em 16 de Abril de 1996. Encerrou a 26 de Julho de 2004 para obras, com o objectivo de concretizar um projecto de acessibilidade. Estas obras tiveram como principal objectivo tornar a Quinta Pedagógica acessível a todos os visitantes portadores de qualquer deficiência, ficando um espaço muito mais acolhedor e confortável para todos aqueles que durante todos estes anos sempre usufruíram da Quinta.

sábado, fevereiro 26, 2005

Imprensa: Bodas de Ouro da Cidade de Lisboa

Notícia da Agência Lusa, da jornalista Helena Neves: Autarquia quer apadrinhar 16 casais que comemorem as "bodas de ouro". A Câmara Municipal de Lisboa vai apadrinhar pela primeira vez este ano dezasseis casais que comemorem as "bodas de ouro", uma iniciativa que decorrerá a 16 de Abril, anunciou a autarquia.
As "Bodas de Ouro da Cidade de Lisboa" têm como objectivo homenagear todos os casais que comemorem este ano 50 anos de vida em conjunto e todos aqueles que vivem ou viveram na capital, "dando sentido aos valores da família", disse à Agência Lusa uma fonte da autarquia.
O actor Ruy de Carvalho e o locutor Artur Agostinho, e as respectivas mulheres, são os padrinhos da iniciativa, que se realiza no Pavilhão Atlântico, no Parque das Nações.
A cerimónia começa com uma missa, seguindo-se um almoço, e finaliza com um espectáculo, em que se pretende que os casais revivam as músicas da sua época.
Os casais poderão convidar para a festa os filhos e os netos, adiantou à Lusa a mesma fonte da autarquia.
Todos os casais que residam em Lisboa e tenham contraído matrimónio em 1955 podem inscrever-se até 09 de Março.
Para o fazer, os casais têm de ter um boletim de inscrição, fornecido nas juntas de freguesias, que deverá ser entregue nos Postos de Informação da Câmara Municipal de Lisboa.
Além do boletim de inscrição, os casais têm de apresentar um documento comprovativo da residência, passado pela junta de freguesia, uma certidão de casamento actualizada, fotocópias do cartão de eleitor e bilhete de identidade e uma fotografia tipo passe.
A lista dos casais seleccionados será divulgada no dia 15 de Março.

Poderá ver mais notícias sobre este tema nos seguintes links:
Público, Jornal Digital e Diário Digital.

Imprensa: Projecto de intervenção social no Intendente


Notícia da Agência Lusa, da autoria da jornalista Joana Haderer: Câmara encaminhou 34 toxicodependentes para acolhimento. A Câmara de Lisboa encaminhou para o hospital e centros de acolhimento 34 toxicodependentes que viviam na Rua do Benformoso, no Intendente, no âmbito de uma intervenção a decorrer naquela zona desde Julho de 2003.
Num comunicado hoje divulgado, fonte do gabinete da vereadora da Acção Social, Helena Lopes da Costa, anunciou que a terceira fase do projecto de intervenção social da autarquia, que teve início em Janeiro, "dirigiu-se ao grupo de 34 toxicodependentes, a residir na Rua do Benformoso".
Segundo a autarquia, os toxicodependentes "não aderiram a qualquer proposta de projectos de vida alternativos" e encontravam-se "muito debilitados em termos físicos".
Destes 34 toxicodependentes, 13 foram acolhidos pelo Centro de Abrigo do Arco do Carvalhão e dez foram conduzidos ao centro de acolhimento da Rua de Cascais.
Quatro pessoas foram encaminhadas para o hospital, um regressou a casa e seis toxicodependentes foram acolhidos em comunidades terapêuticas.
Nesta fase do Plano LX – Plano Municipal de Prevenção e Inclusão de Toxicodependentes e Sem-Abrigo, estiveram envolvidas equipas de rua compostas por técnicos das associações ligadas à iniciativa – com unidades móveis com consultório, administração de metadona e que permitem o transporte de utentes – além da Polícia Municipal, PSP e Polícia Judiciária.
O Plano LX pretende intervir junto das mulheres que recorrem à prostituição, dos arrumadores de carros, dos sem-abrigo e dos toxicodependentes que deambulam pela zona do Intendente.
A autarquia, em parceria com diferentes instituições sociais, realizou naquela área um trabalho de acção directa, através de equipas de rua, e criou estruturas fixas, como o gabinete de apoio social, equipamento para banhos e o gabinete de apoio à mulher.
Até agora, quase 800 toxicodependentes foram contactados pelas equipas, tendo cerca de um terço sido acolhido em centros de abrigo e de tratamento.
Segundo o gabinete da Acção Social, as pessoas que foram integradas nestes centros eram aquelas que deambulavam pelo Intendente, enquanto as restantes são toxicodependentes oriundos dos concelhos vizinhos, principalmente Almada, Setúbal, Sintra e Amadora, que se dirigem àquela zona para comprar droga.

Poderá consultar mais notícias sobre este assunto nos links Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Portugal Diário e RTP ou nas edições de hoje dos jornais Notícias da Manhã, Metro e Destak.

quinta-feira, fevereiro 24, 2005

quarta-feira, fevereiro 23, 2005

Projecto de Requalificação da Zona do Intendente: balanço da Intervenção Social

O Plano Lx – Plano Municipal de Prevenção e Inclusão de Toxicodependentes e Sem-Abrigo integra uma estratégia global de intervenção na cidade.

Objectivos do Plano:

- Promover a reinserção social de indivíduos toxicodependentes com histórias de consumos de longa duração, que não recorrem, habitualmente, às diferentes respostas institucionais;

- Intervir em pólos de consumos em zonas específicas da cidade (como é o caso do Intendente):
a) Acompanhar e monitorizar a intervenção, no local, definindo e adequando estratégias e metodologias;
b) Manter um trabalho continuado e atento, no sentido de evitar a pulverização destes fenómenos noutros locais, através do trabalho das Equipas de Rua, que acompanham as flutuações dos diferentes grupos-alvo do Plano – Lx.

Descrição

O Projecto de Intervenção Social, no âmbito do Projecto de Requalificação da Zona do Intendente, teve início a 21 de Julho de 2003. Trata-se de uma intervenção concertada e integrada, envolvendo diferentes Pelouros da C.M.L. No que concerne ao nível social, existiram até agora três fases de intervenção, e dirigiram-se especificamente:

- À mulher que recorre à prática da prostituição;
- Aos arrumadores de carros;
- Aos sem-abrigo e
- Aos toxicodependentes que deambulavam e permaneciam nesta zona do centro da cidade de Lisboa.

1.ª FASE DO PROJECTO DE INTERVENÇÃO SOCIAL (Julho de 2003 a Dezembro de 2004)

Caracterizou-se pela criação de diferentes estruturas, no local, com o objectivo de dar respostas no âmbito de cuidados de higiene, acolhimento, avaliação médica e psicossocial assim como encaminhamento, direccionadas para grupos-alvo muito bem identificados, (a “residir” no Largo do Intendente e Rua dos Anjos):

- Trabalho de intervenção social directa – Equipas de Rua;
- Criação de estruturas fixas de fronteira (nomeadamente o GAS - Gabinete de Apoio Social; Equipamento para Banhos; GAM - Gabinete de Apoio à Mulher, a funcionar desde Novembro de 2003 face à necessidade de dar respostas às inúmeras solicitações);
- Articulação realizada por estas estruturas com outras de retaguarda, nomeadamente Hospitais, Centros de Saúde, Comunidades Terapêuticas, CAT’s, CDP’s, entre outras.

Este trabalho contou com o envolvimento de 53 técnicos de 7 instituições nossas parceiras:

a) Associação Crescer na Maior; Equipas de Rua: 1; Financiamento: CML; Área de Intervenção: toxicodependência; Recursos Humanos: 12
b) Obra Social das Irmãs Oblatas; Equipas de Rua: 3; Financiamento: CML; Área de Intervenção: prostituição; Recursos Humanos: 14
c) Associação Vitae; Equipas de Rua: 1; Financiamento: IDT; Área de Intervenção: toxicodependência; Recursos Humanos: 8
d) Associação Desafio Jovem; Equipas de Rua: 1; Área de Intervenção: toxicodependência; Recursos Humanos: 3
e) Associação O Ninho; Área de Intervenção: prostituição; Recursos Humanos: 1
f) Associação Drop – In; Equipas de Rua: 1; Financiamento: Ministério da Saúde; Área de Intervenção: prostituição; Recursos Humanos: 2
g) Associação Ares do Pinhal – Gabinete de Apoio Social; Financiamento: CML; Área de Intervenção: toxicodependência; Recursos Humanos: 5
b) Obra Social das Irmãs Oblatas – Gabinete de Apoio à Mulher; Financiamento: CML; Área de Intervenção: prostituição; Recursos Humanos: 8

Foi desenvolvido um trabalho com os seguintes níveis de intervenção:

Equipas de Rua
6 Equipas – 3 vocacionadas para a problemática da prostituição e 3 para a toxicodependência de 4 Instituições distintas, tendo como objectivo primordial a redução de riscos e minimização de danos (distribuição de Kit´s, preservativos, folhetos informativos e troca de seringas), e ainda o estabelecimento de relações de confiança que permitam a aproximação dos utentes às instituições e o encaminhamento para estruturas especializadas.

Estruturas Fixas de Fronteira
GAM (Gabinete de Apoio à Mulher) – Irmãs Oblatas: Estrutura que pretende contribuir para a melhoria das condições de vida das mulheres que recorrem à prática da prostituição, tendo em vista não só o seu desenvolvimento integral, mas também a defesa e promoção dos seus direitos enquanto cidadãs.

Estruturas de Retaguarda
a) Drop-In (Estrutura de Apoio à Mulher, do Ministério da Saúde): Atendimento e Consultas das Doenças Sexualmente Transmissíveis.
b) Estruturas de Tratamento e Saúde (Centros de Saúde, Hospitais, CAT´s, Análises Clínicas, Comunidades Terapêuticas, CDP`s e Ponto de Contacto)

Estruturas do Plano Lx
a) GAT’s (Gabinete de Apoio ao Toxicodependente): Oriental e Ocidental
b) Centros de Abrigo e de Acolhimento: Centro de Abrigo do Beato, Centro de Abrigo do Arco do Carvalhão, C. A. de Xabregas, C. A. da Graça.

Dados / resultados obtidos entre Julho de 2003 e Janeiro de 2004

Toxicodependência: foram feitos 301 acolhimentos, 204 avaliações médicas e 211 encaminhamentos. 40% do total de indivíduos estava em situação de sem-abrigo e 30% nunca tinha recorrido a qualquer tipo de estruturas especializadas.

2.ª FASE DO PROJECTO DE INTERVENÇÃO SOCIAL (Janeiro de 2004 a Dezembro de 2004)

Esta nova fase de intervenção fundamentou-se numa estratégia diferente, em que o principal objectivo consistia em retirar uma população flutuante de toxicodependentes encaminhando-os para as estruturas do PLANO Lx (por exemplo: Gabinetes de Apoio ao Toxicodependente, Centros de Abrigo, entre outros).

A intervenção, que contou também com a colaboração de outras Instituições para além das que foram mencionadas anteriormente (nomeadamente as Religiosas Adoradoras Escravas do Santíssimo Sacramento e da Caridade), teve início em Janeiro de 2004, a par com o encerramento do GAS (Gabinete de Apoio Social), o qual tinha sido criado exclusivamente para dar resposta a nível local.

Desta forma, o encerramento do GAS foi acompanhado de todo um trabalho de articulação entre as Equipas de Rua e as diversas respostas do PLANO Lx, no sentido de agilizar os encaminhamentos, mantendo-se, desde o início de toda a intervenção, a preocupação de reunir periodicamente com todos os agentes envolvidos (Equipas de Rua, Polícia Municipal, Polícia de Segurança Pública, Polícia Judiciária, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, etc.). Estas reuniões periódicas possibilitavam o acompanhamento e a monitorização dos fenómenos e suas flutuações, bem como a resposta atempada a situações específicas ligadas à intervenção de rua nesta zona.

Dados / resultados obtidos de Janeiro de 2004 a Dezembro de 2004

Toxicodependência: Foram feitos 305 contactos e 150 encaminhamentos para as diferentes estruturas do Plano Lx.

3.ª FASE DO PROJECTO DE INTERVENÇÃO SOCIAL (Janeiro e Fevereiro de 2005)

Esta fase dirigiu-se a um grupo de toxicodependentes, em situação de exclusão social, que ao longo das fases anteriores, não aderiram a qualquer proposta de projectos de vida alternativos. Tratava-se de um grupo de 34 indivíduos (a “residir” na Rua do Benformoso) muito debilitados em termos físicos, consumidores associados ao pequeno tráfego.

Desenvolveram trabalho nessa zona:
a) As Equipas de Rua;
b) Uma Unidade Móvel Consultório, com um médico de Clínica Geral, um Psicólogo Clínico, dois Monitores e um Enfermeiro;
c) Uma Unidade Móvel de Administração de Metadona;
d) Uma Unidade de Transporte de Utentes e
e) A Polícia Municipal, apoiada por outras forças de segurança, nomeadamente P.S.P. e a P.J. actuando sempre numa atitude de repressão positiva, ou seja, de grande complementaridade com o trabalho das equipas de rua, no sentido da dissuasão e da motivação, junto dos indivíduos, para que aderissem à intervenção social.

Dados / resultados obtidos em Janeiro e Fevereiro de 2005

Do grupo-alvo identificado foram encaminhados para:
a) Hospital – 4 indivíduos;
b) Casa/Família – 1 indivíduo;
c) Comunidade Terapêutica – 6 indivíduos (2 estão a receber cuidados médicos);
d) Centro de Acolhimento da Rua de Cascais – 10 indivíduos;
e) Centro Ocupacional e acolhidos pelo Centro de Abrigo do Arco do Carvalhão – 13 indivíduos.

Bodas de Ouro da Cidade de Lisboa

CML lança projecto comemorativo do Aniversário do Ano Internacional da Família

No âmbito do 10º Aniversário do Ano Internacional da Família (2004), a Câmara Municipal de Lisboa desenvolveu um projecto completamente inovador, designado “Bodas de Ouro da Cidade de Lisboa”, tendo como principal objectivo a comemoração dos 50 anos de casados de cidadãos de Lisboa.

Este evento, que se realizará no próximo dia 16 de Abril, na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico, pretende celebrar e homenagear todos aqueles que viveram nesta cidade dando sentido aos valores da família.

Os Padrinhos da iniciativa são dois casais de Lisboa muito acarinhados por todos e que ultrapassaram já essa data memorável: Ruy de Carvalho, Artur Agostinho e respectivas esposas.

As inscrições estão abertas de 23 de Fevereiro a 9 de Março de 2005 e podem inscrever-se todos os casais que residam na cidade de Lisboa e que tenham contraído matrimónio em 1955.

Os boletins de inscrição, fornecidos nas Juntas de Freguesia, devem ser entregues nos Postos de Informação da Câmara Municipal de Lisboa, até às 17h30m do dia 9 de Março de 2005. Deverá acompanhar o boletim de inscrição um documento comprovativo de residência, passado pela Junta de Freguesia, uma certidão de casamento actualizada, fotocópias do cartão de eleitor e bilhete de identidade e uma fotografia tipo passe actual.

No dia 15 de Março de 2005 a lista dos casais seleccionados será afixada na Rua do Ouro, nº49, sendo também divulgada no site Câmara Municipal de Lisboa e na estação televisiva TVI.

Para mais informações, contactar Nuno Costa, assessor de imprensa do Gabinete da Vereadora Helena Lopes da Costa pelos telefones 93.7521100 e 21.3227127 ou pelo endereço electrónico
ncosta@cm-lisboa.pt.

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Casa da Cultura Cigana em Lisboa

Por proposta da Vereadora da Acção Social, Helena Lopes da Costa, foi aprovada hoje, por unanimidade, na reunião de Câmara, a concepção e construção da Casa da Cultura Cigana na Freguesia da Ameixoeira. A obra será adjudicada pelo valor de 909.590 € à empresa Edivisa, S.A e tem um prazo de execução de 200 dias. Este equipamento é, há muito, um desejo da comunidade cigana em Lisboa.

segunda-feira, fevereiro 14, 2005


Helena Lopes da Costa, Vereadora da Habitação Social da CML, participou hoje na cerimónia de lançamento da primeira pedra do empreendimento a custos controlados do Bairro dos Lóios, Lote 230, em Chelas (66 fogos e áreas comerciais/serviços, com arrecadações e parqueamentos nas caves, dos quais serão cedidos à CML como contrapartida da cedência de direito de superfície sete fogos e quatro lojas). A construção deste empreendimento decorre de um protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa e a FENACHE (Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica). Fotografia: CML / DCI

No próximo dia 23 de Fevereiro é apresentado um novo projecto da CML

terça-feira, fevereiro 08, 2005


Aspecto geral da sala do Centro de Congressos de Lisboa onde decorreu a festa de Carnaval dos seniores de Lisboa, organizada pelo Pelouro da Acção Social da Câmara Municipal de Lisboa. Centro de Congressos de Lisboa, 8 de Fevereiro de 2005. Fotografia: CML / DCI

Helena Lopes da Costa na abertura da festa de Carnaval dos seniores de Lisboa. Centro de Congressos de Lisboa, 8 de Fevereiro de 2005. Fotografia: CML / DCI

Imprensa: Seniores de Lisboa festejam Carnaval

Notícia Lusa TV, da autoria da jornalista Susana Venceslau: Mais de dois mil idosos da cidade de Lisboa festejam Carnaval. Perto de 2.500 idosos da cidade de Lisboa juntaram-se hoje no Centro de Congressos da capital, na Junqueira, para festejar o dia de Carnaval numa festa organizada pela Câmara Municipal. A iniciativa faz parte do projecto "Lisboa Feliz", a decorrer desde 2002, e que engloba uma série de iniciativas destinadas aos habitantes seniores da cidade. "Desenvolvemos ao longo do ano várias iniciativas para as pessoas com a melhor idade da cidade da Lisboa", disse a vereadora do pelouro da Acção Social da autarquia, Helena Lopes da Costa. Segundo explicou a vereadora, a selecção das pessoas faz-se através da divulgação do programa junto das Juntas de Freguesia e das instituições de acção social que trabalham com a Câmara que posteriormente inscrevem os idosos. Quem fica agora de fora tem vez nos próximos eventos, garantiu Helena Lopes da Costa. O baile incluía almoço e a hora prevista para o arranque dos festejos estava marcada para as 13 horas, mas muitos dos idosos apareceram muitas horas antes. "A ansiedade era tanta que tínhamos pessoas na rua desde as 10 horas da manhã. A fila dava a volta até à rua da Junqueira", disse a vereadora. Os idosos da cidade de Lisboa não se fizeram rogados perante o convite e encheram o Centro de Congressos da antiga FIL. Hoje 2.500 somaram-se aos 2.500 de Segunda- feira num outro baile de Carnaval.

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

Nota de Agenda: Seniores de Lisboa festejam Carnaval

A Câmara Municipal de Lisboa organiza hoje e amanhã, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), na Junqueira, a partir das 13 horas, a festa de Carnaval dos seniores da cidade. Os 2.500 participantes inscritos, por dia, têm à sua espera, para além de almoço, uma tarde com muita música, animação e baile de Carnaval.

Esta iniciativa faz parte do Lisboa Feliz, programa da autarquia a decorrer desde 2002 e que consiste numa série de iniciativas gratuitas destinadas aos seniores de Lisboa.

Para mais informações, contactar Nuno Costa, assessor de imprensa do Gabinete da Vereadora Helena Lopes da Costa pelos telefones 93.7521100 e 21.3227127 ou pelo endereço de e-mail
ncosta@cm-lisboa.pt.

quinta-feira, fevereiro 03, 2005

Carta de Helena Lopes da Costa aos Órgãos de Comunicação Social


Na sequência das graves acusações feitas pela CDU hoje, em comunicado à imprensa, cumpre esclarecer o seguinte:

1. não constituindo para nós uma surpresa, lamentamos que a CDU opte, uma vez mais, por fazer este tipo de campanha, assente em não verdades, tentativas de manipulação e incorrecções de todo o tipo. Aqui sim, uma verdadeira trapalhada. Senão vejamos:

2. diz a CDU que a CML prolongou artificialmente o prazo para as candidaturas a fogos municipais do empreendimento da Ameixoeira e Galinheiras. Esclareçamos o seguinte: o prazo inicial para este concurso terminava no passado dia 31 de Dezembro. Os três elementos do júri do concurso – para o qual tinha sido convidado o presidente da Junta de Freguesia da Ameixoeira, por sinal militante do PCP, que viria a recusar – decidiram prorrogar o prazo por mais um mês e meio porque o número de candidaturas no dia 31 de Dezembro (802) era inferior ao número de fogos (910). Mesmo supondo que o número de candidaturas fosse igual ao número de fogos convém lembrar que neste tipo de processos existem sempre candidaturas inválidas ou desistências para além do facto de as tipologias escolhidas pelos candidatos muito dificilmente serem coincidentes com as existentes;

3. diz a CDU que o programa Lisboa Feliz foi intensificado e que conta sempre com a participação de Helena Lopes da Costa. Primeira não verdade: o programa Lisboa Feliz - série de iniciativas gratuitas para os idosos de Lisboa – decorre durante todo o ano, em moldes semelhantes, desde que este executivo tomou posse – Janeiro de 2002. Segunda não verdade: desde a decisão do Presidente da República em dissolver a Assembleia da República, e apesar de serem muitas as iniciativas que o Pelouro da Acção Social da CML organizou para esses munícipes nesse período, a Vereadora Helena Lopes da Costa apenas participou nos almoços de Natal e na apresentação pública do programa Lisboa Feliz para 2005;

4. diz também a CDU que a CML retirou as tendas de apoio aos sem abrigo três dias depois de as colocar. O espaço de apoio aos sem abrigo de Lisboa, e não “as tendas”, esteve em funcionamento do dia 25 ao dia 28 dado estar prevista para esses dias, segundo informações da Protecção Civil, uma vaga de frio. Este espaço não poderá nunca ser encarado como uma iniciativa isolada no apoio à população sem-abrigo de Lisboa. É matéria sobre a qual não aceitamos lições de ninguém, muito menos do PCP que em doze anos de responsabilidades na autarquia tão pouco fez por estes nossos munícipes. A CML, sem paralelo, desde 2002 que toma medidas concretas de apoio a esta população mais frágil da nossa cidade: alargámos as vagas dos nossos cinco centros de abrigo, tomámos precauções para situações de emergência como a que se verificou, nomeadamente no que diz respeito à disponibilização imediata de mais 144 camas em qualquer altura que seja necessário, implementámos um projecto contínuo de acompanhamento dos sem-abrigo culminando na reinserção profissional e cedência de habitação municipal (56 casos), abrimos um centro profissional estando prevista a abertura de um outro, alargámos a actividade de recolha nocturna das equipas de rua (de semanal passou a diária), entre tantas outras medidas de âmbito profissional, médico, cultural, etc. Basta estar atento. Pelos vistos a CDU não está.

5. por fim, diz a CDU que não deveríamos ter extinto o Gabinete do Casal Ventoso. Nós bem sabemos porque assim pensam. Este tipo de gabinetes são criados para desenvolver trabalho concreto e não para alimentar o funcionalismo. Mas não é isso que a CDU defende. Só assim se percebem os quarenta milhões de euros de dívidas que herdámos só, e repito só, deste gabinete. Pelo contrário, o actual executivo instalou aí, na Avenida de Ceuta, um Gabinete de Apoio Social – um dos dois que criámos na cidade – que, com custos muito inferiores, desenvolve um trabalho sério e rigoroso e com resultados já visíveis. Recordemos que a política para a toxicodependência do anterior executivo se circunscrevia ao Casal Ventoso. Pelo contrário, o actual executivo criou um Plano Municipal de Prevenção e Inclusão de Toxicodependentes e Sem-Abrigo que abrange toda a cidade de igual forma e com as mesmas preocupações. De referir que em Novembro passado, aquando da avaliação da Estratégia Nacional de Luta Contra a Droga, em Santa Maria da Feira, o plano municipal de Lisboa foi considerado pelo INA como um exemplo de boas práticas a ser seguido e implementado pelos outros concelhos. Relativamente à toxicodependência, Lisboa é hoje uma cidade melhor do que o era há três anos.

Será que a CDU não está atenta? Será que não ouve os munícipes e os especialistas? Ou será que não quer que façamos aquilo que nos foi confiado pelos lisboetas nas eleições autárquicas de 2001? Para fazer a política pela política não contem connosco. Haja mais seriedade naquilo que irresponsavelmente se diz e afirma.

Lisboa, 3 de Fevereiro de 2005

Helena Lopes da Costa
Vereadora da Câmara Municipal de Lisboa

quarta-feira, fevereiro 02, 2005

Programa Lisboa Feliz Março / Abril

Programa Lisboa Feliz Fevereiro / Março

Imprensa: CML apresenta iniciativas gratuitas para os seniores de Lisboa


Notícia da Agencia Lusa, da jornalista Raquel Rio: Autarquia anuncia bailes e passeios gratuitos para animar idosos. Bailes, passeios, visitas a monumentos e espectáculos musicais são algumas das iniciativas de que os idosos lisboetas podem usufruir gratuitamente entre Fevereiro e Abril no âmbito do programa Lisboa Feliz, hoje apresentado pela câmara municipal.
A apresentação foi feita durante um espectáculo que reuniu no Centro de Congressos (antiga FIL) cerca de 1.500 idosos para assistirem à actuação de artistas como Toy, Clemente e Manuela Bravo.
O programa Lisboa Feliz realiza-se ao longo de todo o ano, decorrendo a primeira fase entre hoje e 29 de Abril.
"Lazer, solidariedade e convívio" são as palavras de ordem, como afirmou a vereadora com o pelouro da Acção Social, Helena Lopes da Costa.
A população sénior vai ter acesso a bailes na Estufa Fria, visitas a museus e monumentos, espectáculos musicais na Aula Magna e almoços de Carnaval e de Páscoa, fazendo uma inscrição prévia através do telefone 217 988 048 ou 050.
Os técnicos camarários vão também levar animação aos centros de dia e lares da cidade, para "que os idosos possam passar uma tarde diferente", disse Helena Lopes da Costa.

Para ouvir a entrevista de Helena Lopes da Costa clique no link
Rádio Renascença. Para consultar mais notícias sobre este tema veja os seguintes links: Público, A Capital e Rádio Renascença. Poderá também consultar as edições de papel de hoje dos jornais 24 Horas, Diário de Notícias e Metro.

terça-feira, fevereiro 01, 2005


Espectáculo musical, com cerca de 1.500 idosos de Lisboa, durante o qual decorreu a apresentação do programa Lisboa Feliz, uma série de iniciativas gratuitas para os idosos de Lisboa. Centro de Congressos de Lisboa, 2 de Fevereiro 2005. Fotografia: CML / GVHLC

Imprensa: entrega de 50 casas municipais no Alto do Pina


Notícia da Agência Lusa, da autoria da jornalista Joana Haderer: Câmara entrega 50 casas municipais no Alto do Pina. A Câmara de Lisboa entregou hoje casas municipais no Alto do Pina, Olaias, a 50 famílias de várias zonas da cidade, no âmbito do Plano Especial de Realojamento (PER).
Dentro de um mês e meio está prevista a atribuição de mais 28 casas no mesmo bairro, depois de realizadas as vistorias.
"Trata-se de um acto de entrega de chaves a 50 famílias nesta nova urbanização que acabou de ser construída justamente para realojamento de pessoas que há muito tempo esperavam pelas suas casas", afirmou o presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues durante a cerimónia.
O autarca justificou o atraso na construção dos fogos municipais, que começou em 1999, com "problemas a que o município é alheio", explicando que "o adjudicatário inicial (da obra) apresentou falência e houve que retomar todo o processo administrativo da empreitada e isso foi a causa principal para este atraso".
Os munícipes que hoje receberam as chaves das suas novas casas provêm dos bairros da Quinta da Holandesa, Quinta da Montanha e Azinhaga Fonte Louro, na freguesia do Alto do Pina, do pátio JMM e pátio José Inglês/Gualdim Pais, na freguesia de São João, Quinta Ferro
(São Vicente) e do pátio José Padeiro/Beco dos Toucinheiros, no Beato.
Questionada sobre novos projectos de construção de casas municipais, a vereadora da Habitação Social, Helena Lopes da Costa, adiantou que "foram aprovados recentemente os projectos para 310 fogos na Quinta da Raposeira, previstos para 12 meses, além de mais de 30
fogos no Casalinho da Ajuda".
O actual executivo já realojou 2.701 famílias, o que representa "cerca de 8.000 pessoas que já beneficiaram deste projecto", afirmou Carmona Rodrigues.
Segundo a vereadora Helena Lopes da Costa, estão identificadas 1.370 famílias por realojar.
"Infelizmente quase todos os dias nos surgem pátios muito degradados e para dar resposta aos pátios municipais e particulares, precisávamos ainda de 1.500 a 2.000 fogos. Todos os dias temos pedidos de pessoas que carecem de uma nova habitação", afirmou.
De acordo com dados da Câmara, entram em média, por ano, 1.508 pedidos de realojamento.

Para consultar mais notícias sobre este tema veja os seguintes links:
Jornal de Notícias, A Capital e Público e Lusa TV. Poderá também consultar as edições de papel de hoje dos jornais 24 Horas, Notícias da Manhã e Metro.

Imprensa: balanço do plano de apoio aos sem-abrigo durante a vaga de frio


Notícia da Agência Lusa, da autoria da jornalista Joana Haderer: Espaço de acolhimento da Câmara recebeu 144 sem-abrigo por dia. O espaço de acolhimento temporário criado pela Câmara de Lisboa durante a vaga de frio da semana passada recebeu uma média diária de 144 pessoas sem-abrigo, divulgou hoje o município.
O espaço, que funcionou no Palácio da Folgosa, na Rua da Palma, 169, entre terça e sexta-feira, das 13:00 às 21:00, acolheu um total de 221 pessoas, que ali procuraram abrigo do frio e receberam roupa e alimentos quentes.
Dos sem-abrigo que se dirigiram a este espaço, 71 foram encaminhados para os centros municipais de acolhimento do Arco Carvalhão e do Beato, afirma o gabinete da vereadora da Acção Social, Helena Lopes da Costa, em comunicado hoje divulgado.
Neste local funcionou ainda um ponto de recolha de alimentos, vestuário e agasalhos, além de diagnósticos de saúde dos sem-abrigo, realizados pelos Médicos do Mundo, Centro de Diagnóstico Pneumológico e enfermeiros do Hospital dos Capuchos.
Para a responsável municipal, estes dados "vêm confirmar os dados obtidos num estudo sobre população de rua efectuado no dia 30 de Novembro de 2004, revelando que houve uma diminuição de cerca de 50 por cento comparativamente ao estudo realizado em 2000".
De acordo com o estudo recentemente elaborado, existem na cidade cerca de 900 sem-abrigo.
Na opinião de Helena Lopes da Costa, os resultados da vaga de frio "confirmam que as respostas institucionais existentes no âmbito do Plano LX - Plano Municipal de Prevenção e Inclusão de Toxicodependentes e Sem-Abrigo, nomeadamente o número de camas (558) disponíveis nos centros de abrigo municipais, são suficientes para as necessidades identificadas, mesmo em situações de emergência como a da semana passada".
Além da tenda na Rua da Palma, a Câmara disponibilizou mais 144 camas nos centros municipais de abrigo do Arco Carvalhão (100 camas), Xabregas (14) e Beato (30).
Durante a vaga de frio, foram reforçadas as equipas que percorrem diariamente as ruas lisboetas para apoiar os sem-abrigo.
Esta acção decorreu em colaboração com as instituições que são parceiras da autarquia no plano municipal, como os Médicos do Mundo, Serviço Jesuíta aos Refugiados, Movimento ao Serviço da Vida, Associação Futuro Autónomo, Associação Novos Rostos-Novos Desafios, Legião da Boa Vontade, Exército da Salvação, Centro Fonte da Prata, Comunidade Vida e Paz e Vitae - Centro de Acolhimento do Beato.

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